EUA congelam vistos para brasileiros: Trump quer imigrante que pague a conta

O governo dos Estados Unidos suspendeu, a partir desta quarta-feira (21), a emissão de novos vistos de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil. A medida não afeta turistas nem quem busca trabalho temporário, mas freia quem sonha em morar de vez no país.

O motivo oficial? Garantir que imigrantes não dependam de programas sociais americanos e não se tornem “fardo financeiro” para os norte-americanos. A ação segue a política de Donald Trump de exigir autossuficiência financeira dos estrangeiros que querem residência permanente.

Quem já tem visto de imigração válido continua livre para viajar, e cidadãos com dupla nacionalidade podem usar passaporte de outro país fora da lista para escapar da suspensão. Mesmo assim, todos os pedidos seguem sendo processados: entrevistas e envio de documentos continuam, mas o visto só será emitido quando a regra for revogada.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil ainda não se pronunciou sobre o impacto da medida, que reforça o endurecimento da política migratória americana e deixa claro que, por lá, não há espaço para quem quer “morar de graça” às custas do contribuinte.

Confira abaixo a lista dos países que tiveram visto de imigração para os EUA suspenso:

  • Afeganistão
  • Albânia
  • Argélia
  • Antígua e Barbuda
  • Armênia
  • Azerbaijão
  • Bahamas
  • Bangladesh
  • Barbados
  • Belarus
  • Belize
  • Bósnia
  • Brasil
  • Butão
  • Cabo Verde
  • Camarões
  • Camboja
  • Cazaquistão
  • Colômbia
  • Costa do Marfim
  • Cuba
  • Dominica
  • Egito
  • Eritréia
  • Etiópia
  • Fiji
  • Gâmbia
  • Gana
  • Geórgia
  • Granada
  • Guatemala
  • Guiné
  • Haiti
  • Iêmen
  • Irã
  • Iraque
  • Jamaica
  • Jordânia
  • Kosovo
  • Kuwait
  • Laos
  • Líbano
  • Libéria
  • Líbia
  • Macedônia do Norte
  • Marrocos
  • Mianmar
  • Moldávia
  • Mongólia
  • Montenegro
  • Nepal
  • Nicarágua
  • Nigéria
  • Paquistão
  • Quirguistão
  • República Democrática do Congo
  • República do Congo
  • Ruanda
  • Rússia
  • Santa Lúcia
  • São Cristóvão e Névis
  • São Vicente e Granadinas
  • Senegal
  • Serra Leoa
  • Síria
  • Somália
  • Sudão do Sul
  • Sudão
  • Tailândia
  • Tanzânia
  • Togo
  • Tunísia
  • Uganda
  • Uruguai
  • Uzbequistão

Trump afirma que Conselho de Paz pode substituir a ONU e critica atuação da organização

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (20) que o Conselho de Paz criado por seu governo pode substituir a Organização das Nações Unidas (ONU). Em declarações à imprensa, Trump voltou a criticar a entidade internacional, classificando-a como ineficaz na resolução de conflitos globais.

“A ONU simplesmente não tem sido muito útil. Sou um grande fã do potencial da ONU, mas ela nunca esteve à altura do seu potencial”, disse o presidente, durante uma coletiva que marcou um ano de seu retorno à Casa Branca. Segundo Trump, a organização falhou em conflitos que ele afirma ter resolvido sem qualquer participação do organismo internacional.

O Conselho de Paz foi instituído no contexto do acordo articulado por Trump para encerrar a guerra entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza. Nesta semana, o presidente norte-americano enviou convites a diversos líderes mundiais para integrar o novo painel, incluindo o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A iniciativa, no entanto, tem dividido opiniões no cenário internacional.

O presidente da França, Emmanuel Macron, já sinalizou que não aceitará o convite, alegando dúvidas sobre o papel e a abrangência do conselho. Mais cedo, o chefe de assuntos humanitários da ONU, Tom Fletcher, reagiu às declarações de Trump e afirmou que a organização não será substituída. “Está claro para mim, e para meus colegas também, que as Nações Unidas não vão a lugar nenhum”, disse em entrevista à CNN.

Por CNN

Avião de Trump enfrenta problema após decolagem e retorna à base

O Air Force One, avião presidencial dos Estados Unidos, enfrentou um problema elétrico logo após a decolagem e precisou retornar à Base Conjunta Andrews, em Maryland, nesta terça-feira (20), no horário local. O presidente Donald Trump seguia para o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, quando a falha foi identificada cerca de 30 minutos após a partida.

Em nota, a Casa Branca informou que a tripulação detectou um “pequeno problema elétrico” e decidiu, por cautela, retornar à base. A aeronave pousou em segurança por volta da 1h10 (horário de Brasília), e Trump e sua comitiva embarcaram posteriormente em um avião menor para dar continuidade à viagem.

A troca de aeronave provocou atraso na agenda do presidente em Davos. Inicialmente, Trump discursaria às 10h30 (horário de Brasília), mas o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o compromisso deve sofrer um atraso de aproximadamente três horas.

Não é a primeira vez que aviões da frota presidencial enfrentam incidentes. Trump, inclusive, já fez críticas públicas aos atuais modelos do Air Force One e aguarda a entrega de novas aeronaves, que só devem ficar prontas após o fim de seu segundo mandato.

Por G1

Portugal vai hoje às urnas e aliado de Bolsonaro é favorito

Portugal vai às urnas neste domingo para uma eleição presidencial que promete ser a mais disputada da história recente do país. Pela primeira vez, esquerda, centro-direita e direita disputam voto a voto o cargo de chefe de Estado, mas um levantamento realizado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião, da Universidade Católica portuguesa, aponta que André Ventura (Chega), aliado do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro no país, lidera com 24% das intenções de voto.

Convite de Trump sobre Gaza expõe Lula a impasse diplomático com EUA e Israel

O convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que Luiz Inácio Lula da Silva integre um “Conselho de Paz” voltado à reconstrução da Faixa de Gaza colocou o presidente brasileiro diante de um delicado dilema diplomático. A eventual participação pode gerar custos políticos, especialmente diante da postura crítica adotada por Lula em relação à ofensiva militar israelense no território palestino.

O governo brasileiro deve analisar com cautela os impactos geopolíticos da iniciativa antes de se manifestar oficialmente. Auxiliares de Lula avaliam pedir mais detalhes sobre o funcionamento do conselho, liderado pelos EUA, e os limites de atuação do grupo, sobretudo porque a política externa brasileira tradicionalmente defende a mediação de conflitos sob a coordenação da ONU.

Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em outubro de 2023, Lula tem feito críticas duras à condução do conflito e defendido a criação de um Estado palestino. Em pronunciamentos internacionais, chegou a classificar a situação em Gaza como “genocídio”, o que aprofundou a crise diplomática com Israel e levou o governo israelense a declará-lo persona non grata em fevereiro de 2024.

O conselho anunciado por Trump inclui nomes como o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff, Jared Kushner e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. Apesar do anúncio, o governo de Benjamin Netanyahu afirmou que a iniciativa não foi previamente coordenada com Israel, abrindo mais uma frente de incerteza sobre a viabilidade política do projeto.

Por CNN

Líder supremo do Irã admite que milhares foram mortos durante manifestações e culpa Trump

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, reconheceu neste sábado (17) que milhares de pessoas morreram durante os protestos no país e responsabilizou o presidente dos EUA, Donald Trump, por “incentivar” as manifestações com promessas de apoio militar.

Em discurso à nação, Khamenei chamou Trump de “criminoso” e disse que os protestos, iniciados no fim de dezembro por causa da crise econômica, foram manipulados por EUA e Israel. Segundo ele, parte dos manifestantes seria formada por jovens “enganados”.

Grupos de direitos humanos afirmam que mais de 3 mil pessoas foram mortas. Testemunhas relataram tiros contra manifestantes desarmados, uso de drones e repressão violenta pelas forças de segurança. O governo iraniano nega os números e diz que houve apenas “centenas” de mortes.

Trump reagiu, classificando Khamenei como um “homem doente” e pedindo uma nova liderança no Irã. Ele acusou o regime de usar violência extrema para manter o controle do país.

Khamenei reconheceu a grave crise econômica, pediu união da população e afirmou que os protestos foram “extintos” após manifestações pró-governo.…

Número de mortos em protestos no Irã passa de 3 mil, diz organização

Os protestos no Irã já causaram mais de 3 mil mortes, segundo a ONG HRANA. Do total de 3.090 vítimas, ao menos 2.885 eram manifestantes.

As manifestações começaram em 28 de dezembro, por causa da crise econômica, e evoluíram para pedidos pela queda do regime clerical. O movimento se tornou o mais letal desde a Revolução de 1979.

Após oito dias de bloqueio quase total da internet, a conectividade subiu para apenas 2% do normal, de acordo com a NetBlocks. A repressão e as prisões em massa, que chegam a 19 mil, reduziram os protestos nas ruas.

Em Teerã, drones vigiam a cidade, e o clima é de tensão. Moradores relatam medo e presença constante das forças de segurança.

No cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã cancelou centenas de execuções após pressão externa, embora o governo iraniano não tenha confirmado a informação.

Estrangeiros descrevem um país marcado por violência, confinamento e insegurança, enquanto governos tentam retirar seus cidadãos da região.…

Em português, Trump avisa imigrantes: “Vai pra cadeia e volta pra casa”

O governo de Donald Trump resolveu falar direto com brasileiros e demais lusófonos: quem entrar nos Estados Unidos para “roubar os americanos” será preso e deportado. A ameaça foi publicada em português pelo próprio Departamento de Estado dos EUA nas redes sociais, como parte da ofensiva dura contra a imigração ilegal.

A mensagem não deixou margem para interpretação. “Se você vier aos Estados Unidos para roubar os americanos, o presidente Trump vai te jogar na cadeia e te mandar de volta para o lugar de onde você veio”, diz o texto, acompanhado de uma imagem de Trump e da frase “Envia-os de volta”. O mesmo aviso foi divulgado também em inglês e espanhol.

Segundo o governo norte-americano, entre janeiro e dezembro de 2025, mais de 605 mil imigrantes foram deportados. Outros 1,9 milhão teriam se “autodeportado”, ou seja, deixado o país por conta própria, pressionados por campanhas nas redes sociais e incentivos financeiros oferecidos pelo governo.

No centro dessa política está o ICE, polícia de imigração que atua em várias cidades prendendo estrangeiros em situação irregular. A atuação tem gerado protestos, inclusive após uma operação em Minneapolis que terminou com a morte de uma cidadã americana, reacendendo o debate interno — enquanto Trump mantém o discurso firme de tolerância zero.

Irã fecha céus e regime entra em alerta máximo após protestos e pressão dos EUA

O regime iraniano fechou o espaço aéreo do país para voos internacionais nesta quarta-feira (14), liberando apenas operações com origem ou destino à capital, Teerã. A decisão ocorre em meio à escalada dos protestos contra o aiatolá Ali Khamenei e ao aumento da tensão com os Estados Unidos, acendendo mais um sinal de instabilidade no país.

Segundo autoridades iranianas, a medida foi comunicada às companhias aéreas e já tem efeito prático: dados do site Flightradar24 mostram pouquíssimas aeronaves sobrevoando o Irã.

O fechamento dos céus é visto como estratégia de controle interno diante do agravamento da crise política e do risco de novas mobilizações populares.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou ter sido informado de que a repressão violenta do regime estaria diminuindo.

“Os assassinatos estão parando”, disse no Salão Oval, após estimativas apontarem que cerca de 20 mil manifestantes teriam sido mortos pela máquina repressiva iraniana nos últimos dias.

Enquanto Trump cancelou reuniões com o regime e incentivou os iranianos a ocuparem instituições, prometendo que “a ajuda está a caminho”, Teerã tenta passar normalidade.

O chanceler Abbas Araghchi afirmou que o governo mantém “controle total” da situação — discurso que contrasta com o fechamento do espaço aéreo e o isolamento crescente do país no cenário internacional.

Regime do Irã prepara primeira execução nesta quarta (14) em meio à onda de protestos

O regime do Irã prepara para esta quarta-feira (14) a execução de Erfan Soltani, de 26 anos, preso por envolvimento em protestos na cidade de Karaj. A denúncia foi feita pela organização curda de direitos humanos Hengaw, que afirma que o jovem não teve acesso a advogado nem às garantias mínimas do devido processo legal.

Segundo a ONG, o caso foi conduzido de forma acelerada e sem transparência, levantando fortes suspeitas de que a pena de morte esteja sendo usada como instrumento de repressão política. A família de Soltani, ainda de acordo com a entidade, não recebeu informações oficiais sobre acusações, julgamento ou procedimentos judiciais, e a sentença já seria definitiva.

Morador do bairro de Fardis, em Karaj, Erfan foi preso em casa na última quinta-feira (8). O portal Iranwire informou que ele trabalhava na indústria do vestuário e era descrito por amigos como um jovem comum, apaixonado por esportes e moda, sem histórico de militância armada. Mesmo após receber ameaças de órgãos de segurança, teria mantido apoio às manifestações.

O caso provocou reação internacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou o regime iraniano contra a execução de manifestantes e afirmou que Washington adotará “medidas fortes” caso as mortes avancem. O Departamento de Estado dos EUA também denunciou que Soltani foi condenado sem julgamento justo, afirmando que o mundo não pode permanecer em silêncio diante da escalada de execuções promovida pela ditadura iraniana.

Por CNN

Trump dá ultimato: 25% de tarifa para quem negociar com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (12) que vai aplicar tarifa de 25% em todas as transações com os EUA para qualquer país que faça negócios com o Irã. A medida tem efeito imediato e é irrecorrível, segundo o próprio Trump.

O anúncio vem em meio a uma onda de protestos no Irã, onde a população desafia o regime de Teerã. Ao mesmo tempo, atos pró-governo tentam justificar a repressão violenta que já deixou mais de 600 mortos, de acordo com ONGs internacionais, conforme a Agência Brasil.

Trump não esconde a carta militar na manga. Nos últimos dias, ele repetiu ameaças de intervenção e afirmou que possui “opções muito fortes”, incluindo ação militar, além de manter contato com líderes da oposição iraniana.

A tensão chega no momento em que o Irã tenta se manter no mercado internacional, mas enfrenta resistência dos EUA. Com a tarifa de Trump, países aliados aos americanos terão que escolher entre lucro ou alinhamento estratégico, e o recado é claro: negociar com Teerã vai custar caro…

Venezuela diz ter libertado 303 presos políticos

O regime venezuelano anunciou nesta segunda-feira (12) que libertou mais 116 presos políticos, alegando que a medida é parte de uma “revisão ampla” iniciada pelo ex‑ditador Nicolás Maduro e mantida por Delcy Rodríguez após a sua prisão pelos Estados Unidos na operação militar de 3 de janeiro.

Somando essa leva com 187 solturas em dezembro de 2025, o governo chavista diz que agora 303 prisioneiros “políticos” foram libertados — mas ONGs e grupos de direitos humanos contestam fortemente os números.

Organizações independentes confirmam apenas 24 pessoas liberadas nas últimas horas, incluindo estrangeiros. A ONG Foro Penal aponta que cerca de 800 a mais de mil detidos por motivos políticos ainda permanecem atrás das grades, muitos sob tortura ou tratamento cruel.

‘Não haverá mais petróleo ou dinheiro venezuelano para Cuba’, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o regime cubano e criticou a relação de Havana com a Venezuela após a operação militar americana que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, em 3 de janeiro.

Trump afirmou nas redes sociais que **“não haverá mais petróleo ou dinheiro” da Venezuela para Cuba, que dependia desses recursos antes da queda de Maduro. Ele sugeriu que o país caribenho “faça um acordo com os EUA antes que seja tarde demais”, sem detalhar termos.

O presidente americano responsabilizou Cuba pelo apoio de agentes de inteligência ao antigo regime venezuelano e disse que a Venezuela agora conta com a proteção dos Estados Unidos, a “maior potência militar do mundo”.

O governo cubano afirmou que 32 de seus militares foram mortos na operação, em que agentes cubanos atuavam ao lado de Maduro.

Especialistas e observadores destacam que Cuba vinha recebendo petóleo venezuelano e apoio financeiro como parte de uma aliança tradicional entre os dois países. Com o fim desse fluxo, a economia cubana, já fragilizada, enfrenta riscos ainda maiores.

A ameaça de Trump intensifica a pressão dos EUA sobre aliados do antigo regime de Maduro e reforça o papel estratégico dos Estados Unidos na região após a ação militar na Venezuela.

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VÍDEO: ‘Não acho que será necessário’, diz Trump sobre a possibilidade de capturar Putin

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que não vê necessidade de autorizar uma operação para capturar o presidente russo, Vladimir Putin, em meio à guerra na Ucrânia.

A declaração foi feita durante uma reunião com executivos do setor petrolífero, em Washington.

“Não acho que será necessário”, disse Trump ao ser questionado sobre a possibilidade de uma ação desse tipo.

O presidente afirmou manter um bom relacionamento com Putin e disse estar frustrado com a dificuldade de encerrar o conflito, que, segundo ele, parecia fácil de resolver no início.

Trump citou números de baixas recentes e a situação econômica da Rússia para sustentar sua avaliação. De acordo com ele, cerca de 31 mil pessoas morreram no último mês, muitas delas soldados russos.

“A economia russa está em má situação. Acho que vamos acabar resolvendo isso”, declarou.

Em outro momento, Trump afirmou que Putin não teme a Europa, mas tem receio do poder dos Estados Unidos sob sua liderança.

“Ele tem medo dos Estados Unidos da América, liderados por mim”, disse.

As declarações ocorrem enquanto representantes dos EUA, da Ucrânia e de países aliados participam de negociações em Paris para avançar em um possível acordo de paz. Desde o início do atual mandato, Washington passou a atuar como mediador no conflito, buscando um entendimento entre Kiev e Moscou.…

Regime iraniano reprime nova onda de protestos; mais de 2.300 são presos e pelo menos 65 foram mortos

Pelo menos 65 pessoas morreram e mais de 2.300 foram presas no Irã nos últimos 13 dias, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA). Os protestos começaram por causa da alta inflação e se espalharam por todo o país, tornando-se o maior desafio ao regime em anos.

O número de mortos pode ser maior. Um apagão nacional da internet, que já dura 48 horas, dificulta a confirmação dos dados, de acordo com o monitor NetBlocks. Moradores relatam que o bloqueio tem incentivado ainda mais pessoas a ir às ruas.

Testemunhas afirmam que forças de segurança usaram armas militares contra manifestantes. Entre as vítimas, estaria uma criança de 5 anos. Hospitais registraram cenas de caos, com corpos amontoados, segundo relatos.

O procurador-geral iraniano prometeu punições sem clemência aos manifestantes envolvidos em danos ao patrimônio.

O governo do Irã acusa os Estados Unidos de estimular os protestos. Já o presidente Donald Trump ameaçou reagir caso a repressão continue: “Se começarem a atirar, nós também começaremos”.

O movimento, iniciado por motivos econômicos, agora tem caráter político, com pedidos pelo fim do regime islâmico.…