Homem de 38 anos é acusado de abrir empresa e fazer empréstimos em nome da vítima.
Ele é conhecido da vítima há 15 anos.
Uma mulher com deficiência descobriu que um conhecido de 15 anos usou seus dados para abrir uma empresa e fazer empréstimos em seu nome, tudo sem que ela soubesse. O suspeito foi preso nesta quarta-feira (16), em Natal, após decisão da Justiça. O prejuízo chega a R$ 90 mil.
Segundo a investigação da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), o suspeito foi procurado pela vítima para ajudar no processo de solicitação de um benefício previdenciário.
Com acesso aos dados pessoais, ele teria usado essas informações para registrar uma empresa no nome da mulher e realizar diversas operações financeiras sem o conhecimento dela.
A fraude foi descoberta no início deste ano, quando a vítima identificou movimentações bancárias que não reconhecia. O caso foi denunciado à Polícia Civil, que efetuou a primeira prisão do investigado em 8 de julho. No entanto, ele foi solto horas depois.
No dia seguinte à soltura, a vítima voltou à delegacia e relatou ter sido intimidada, o que motivou novo pedido de prisão preventiva. A Justiça acatou a solicitação na segunda-feira (14).
Na primeira operação, também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além da apreensão de um veículo em posse do investigado. A Justiça determinou ainda o bloqueio de R$ 90 mil em ativos financeiros vinculados ao suspeito.
Após a nova prisão, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Ministério Público Federal (MPF), autor da denúncia contra o ex-senador pelo Rio Grande do Norte, informou que não vai recorrer da decisão do TRF5.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) confirmou, nesta terça-feira (15), a absolvição do ex-senador pelo Rio Grande do Norte José Agripino Maia (União Brasil) da acusação de irregularidades na construção da Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014.
A decisão do TRF5 entendeu que não há provas de interferência política do ex-parlamentar para a liberação de recursos federais ou para obtenção de vantagens ilícitas.
A Justiça Federal já havia absolvido o ex-senador, mas o caso foi para o TRF5 após o Ministério Público Federal (MPF), responsável pelo denúncia, recorrer.
O MPF informou, dessa vez, que não irá recorrer da sentença. Com isso, a decisão se torna definitiva e o ex-senador é considerado inocente das acusações.
José Agripino era investigado sob a suspeita de ter se reunido, em maio de 2013, com representantes da construtora da Arena das Dunas e agentes públicos para articular a continuidade da liberação de recursos federais, visando interesses particulares da empreiteira.
No entanto, os desembargadores federais que julgaram o caso consideraram que reuniões dessa natureza faziam parte das atribuições de Agripino como parlamentar, não configurando, assim, atuação ilegal.
A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, morreu 32 horas depois de cair do vulcão Rinjani, na Indonésia. A estimativa é dos peritos brasileiros que fizeram uma segunda autópsia no corpo da jovem. O resultado foi divulgado oficialmente nesta sexta-feira (11), no Rio de Janeiro.
A cronologia estimada é de que a primeira queda ocorreu no dia 20 de junho, por volta das 17h, no horário da Indonésia. Juliana caiu cerca de 220 metros até um paredão rochoso. Em outro momento, escorregou de costas por mais 60 metros e sofreu uma segunda queda.
Com o impacto, ela sofreu lesões poliviscerais e politraumatismo, que provocaram uma hemorragia interna. Entre 10 e 15 minutos depois, por volta das 12h do dia 22, ela morreu. O corpo ainda deslizaria mais até o ponto onde foi encontrado, a 650 metros de profundidade.
A primeira equipe de resgate saiu da base do parque quatro horas depois do acidente. Segundo Mariana Marins, irmã de Juliana, a equipe do Basarnas, como é conhecida a instituição nacional de resgate da Indonésia, desceu 150 metros de rapel, mas Juliana já estava em um ponto mais abaixo.
Dois dias depois, ela foi localizada por meio de um drone térmico, mostrando que ainda estava viva naquele momento. As equipes só conseguiram chegar até a jovem no dia 24 e o resgate do corpo ocorreu no dia 25.
Perícia no Brasil Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, foram relatadas dificuldades para fazer a autópsia, como o fato de o corpo já estar embalsamado, o que comprometia parte das análises, como verificação de sinais clínicos e horário mais preciso da morte.
Por meio de vestígios presentes no couro cabeludo, foi possível estimar a hora da morte de Juliana. Em um aparelho de radiologia, verificaram-se as fraturas nas costelas, no fêmur, na pelve, com sangramento intenso.
“Foi uma autópsia totalmente contaminada no sentido técnico. Os órgãos já estão praticamente sem sangue, pálidos, e naturalmente se fez necessário um processo de embalsamamento com formol. Tem um prejuízo, mas o formol possibilitou conservar as lesões externas e os órgãos internos”, disse o perito Reginaldo Franklin.
A irmã de Juliana, Mariana Marins, reforçou as críticas sobre como as equipes de resgate agiram durante todo o processo. Ela acredita que se tivessem agido de maneira mais rápida, a irmã poderia ter sido salva.
“Estávamos esperando esse momento do laudo. Agora, vamos ver o que fazer. Só do Basarnas ter sido chamado um período longo depois do acidente já é algo a ser considerado. Já sabiam que era um acidente grave. E estavam sem o equipamento correto para chegar até o local. São vários pontos a ser considerados”, disse Mariana.
A defensora pública federal Taísa Bittencourt disse que existem três possíveis desdobramentos a partir da divulgação da autópsia brasileira.
“Sobre a investigação criminal, a Defensoria requereu que a Polícia Federal instaure inquérito policial para investigação. É um fato ocorrido no exterior e incide o princípio da extraterritorialidade. Essa investigação depende de uma requisição do ministro da justiça. Na esfera cível, a família tem possibilidades efetivas de procuração na própria Indonésia em relação a indenização por dano moral. E a questão internacional que envolve questões diplomáticas é de levar o caso para uma comissão de direitos humanos da ONU”, disse a defensora.
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte recuperou, neste domingo 13, uma caminhonete Toyota Hilux branca, possivelmente usada na tentativa de assalto que resultou na morte da jovem Maria Bruna, de 27 anos, no último dia 6, em Ceará-Mirim. O veículo foi localizado no distrito de Punaú, na zona rural de Rio do Fogo, por agentes da 7ª Companhia Independente da PM.
Segundo a corporação, a Hilux tem registro de roubo desde o dia 24 de junho, na zona rural de Ceará-Mirim. O veículo foi encaminhado à Delegacia Regional de João Câmara e passará por perícia, que deverá confirmar se ele realmente foi usado na ação criminosa ocorrida na RN-064, região de Riachão.
Maria Bruna estava voltando de uma festa na comunidade rural de Dom Marcolino acompanhada do marido, sogra e sogro, quando o carro da família foi abordado por criminosos em um trecho esburacado da RN-064.
Na tentativa de escapar, o esposo da vítima acelerou o carro, e os bandidos dispararam contra o veículo. Um dos tiros atingiu a cabeça de Maria Bruna, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
Dois dias após o crime, na terça-feira 8, o Governo do Estado anunciou a criação do 17º Batalhão de Polícia Militar, que terá sede em Ceará-Mirim. Enquanto o novo batalhão não entra em operação, o governo afirmou que vai reforçar o policiamento na região com o uso de diárias operacionais.
Um homem foi preso na tarde desta sexta-feira (11) por policiais militares da Força Tática do 5º Batalhão da PM, suspeito de assaltar uma loja dentro de um shopping center nas imediações da Avenida Salgado Filho, na zona Sul da capital potiguar.
De acordo com a PM, o crime ocorreu por volta das 11h da manhã e as imagens das câmeras de segurança ajudaram a identificar as características do suspeito. Após receber as informações via COPOM, os militares iniciaram diligências que culminaram na captura do indivíduo no bairro de Nova Descoberta.
Durante a abordagem, o suspeito estava em posse de um revólver calibre .38 de fabricação caseira, seis munições e quatro celulares que, segundo a polícia, haviam sido subtraídos na ação criminosa.
As vítimas foram contatadas e reconheceram o homem como autor do assalto. O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foi autuado e permanecerá à disposição da Justiça.
Investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul afirma que a Elisane Rodrigues, vereadora morta a facadas na noite de 16 junho de 2025, era ligada a uma organização criminosa. Segundo a polícia, está descartada qualquer motivação política para o assassinato. Elisane tinha 49 anos e era vereadora pelo PT na cidade gaúcha de Formigueiro, que fica a 285 km de Porto Alegre. Sua morte despertou uma onda solidariedade entre petistas, inclusive com a primeira-dama, Janja Lula da Silva, que fez uma publicação de apoio no seu perfil no Instagram em 18 de junho: “A violência contra as mulheres é uma realidade cruel e inadmissível e o feminicídio exige uma resposta firme e urgente”….
Na 5ª feira (10.jul.2025), a Polícia Civil do Estado prendeu a mulher suspeita de ser a mandante do assassinato da vereadora. No dia 20 de junho, 3 dias depois do crime, a polícia já havia detido o provável assassino, um homem de 18 anos.
Para o responsável pelo caso, delegado Antônio Firmino de Freitas Neto, da Delegacia de Formigueiro, a vítima foi atraída ao local do crime sob o pretexto de que ela poderia comprar carne abaixo do valor de mercado. Elisane conhecia o suspeito do assassinato.
Ainda segundo as investigações do caso, a vereadora teria sido morta por brigas internas da facção criminosa da qual ela fazia parte. Na verdade, a dívida em questão teria sido feita por ela, e não pelo filho. Ela seria envolvida com tráfico de drogas na região. A informação é da revista Veja.
Inicialmente, a linha de investigação adotada sugeria que o motivo do crime seriam dívidas contraídas pelo filho da vereadora.
No X (antigo Twitter), o vereador de Curitiba Rodrigo Marcial (Novo-RS) publicou diversos posts em que aborda o caso. Segundo ele, “a vereadora tinha cerca de R$ 500 mil nas contas bancárias, e o próprio filho também estaria envolvido com o tráfico [de drogas]”.
O político ainda aproveitou a oportunidade para criticar os petistas que se solidarizaram com a morte da mulher. “O lulopetismo corre para narrativas emocionais — “ódio político”, “misoginia”, “golpismo” — enquanto ignora, sistematicamente, os vínculos de parte de sua base com o crime organizado”, escreveu.
Depois das informações trazias à tona pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, integrantes do PT não se manifestaram novamente sobre o caso.
O ex-goleiro Helton Arruda, de 47 anos, irá aos tribunais em Portugal após o Ministério Público oferecer denúncia contra ele por crime de violência doméstica. As informações são do jornal português Público.
As acusações foram feitas por uma mulher com quem Helton teria mantido um relacionamento extraconjugal por mais de 10 anos.
Segundo a legislação de Portugal, o ex-goleiro pode pegar até três anos de prisão caso seja condenado por “maus-tratos simples”.
Se o Departamento de Investigação e Ação Penal (Diap), no Porto, entender o crime como de ofensa grave à integridade física da vítima, a pena pode variar de dois a oito anos de detenção.
Campeão pela Seleção Brasileira
Revelado pelo Vasco da Gama, se tornou ídolo em Portugal pelo FC Porto, onde disputou 334 partidas ao longo de mais de 10 anos.
Pela Seleção Brasileira, Helton entrou quatro vezes em campo, foi convocado entre os anos de 2006 e 2009 e esteve no elenco campeão da Copa América de 2007.
Uma operação da Polícia Civil do Maranhão terminou em tragédia na manhã desta quinta-feira (10), no povoado Boa Vista, zona rural de São João do Sóter, região de Caxias (MA). O delegado Márcio Mendes Silveira (foto em destaque) foi baleado e morreu no local, enquanto tentava cumprir um mandado de prisão contra um suspeito de roubo. Outros dois agentes que o acompanhavam também foram atingidos pelos disparos, mas sobreviveram.
A ação teve início nas primeiras horas do dia. Ao chegarem à casa do alvo, identificado como Leandro da Silva Sousa, os policiais foram surpreendidos por tiros de espingarda. O delegado não resistiu ao ferimento. Os investigadores feridos foram socorridos e transferidos para um hospital em Teresina (PI), onde permanecem internados.
Logo após o ataque, o autor dos disparos conseguiu fugir. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar foram mobilizadas para a região. Reforços de São Luís, incluindo unidades de inteligência, o Centro Tático Aéreo e grupos especializados, como o GOE e a Força Tática, foram enviados para apoiar as buscas.
A morte do delegado gerou comoção entre colegas de profissão e provocou uma reação imediata das entidades de classe e do governo estadual. Em nota, a Associação dos Delegados do Maranhão (Adepol-MA) classificou o crime como uma agressão à própria estrutura da segurança pública e cobrou uma resposta rápida e rigorosa das autoridades.
Policiais civis da 17ª Delegacia de Polícia de Parnamirim (17ª DP) prenderam, nesta quarta-feira (09), dois homens, de 51 e 48 anos, suspeitos da prática do crime de furto de energia elétrica. Além disso, o homem de 48 anos também é investigado por realizar o monitoramento irregular das vias públicas no bairro Nova Esperança, em Parnamirim/RN, com o objetivo de dificultar a ação policial e dar suporte às atividades de uma organização criminosa.
As prisões foram efetuadas no final da manhã, no bairro Passagem de Areia, em Parnamirim. Os suspeitos foram conduzidos à 3ª Delegacia de Plantão de Parnamirim e, em seguida, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no enfrentamento à criminalidade. Informações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do RN – SECOMS