Deputado José Dias descarta disputar governo do RN em eleição indireta

O deputado estadual José Dias (PL) afirmou que não pretende disputar o governo do Rio Grande do Norte na eleição indireta que deverá definir o substituto da governadora Fátima Bezerra (PT), caso ela renuncie ao cargo para concorrer ao Senado.

A sucessão ocorre em meio ao anúncio do vice-governador Walter Alves (MDB), que também já sinalizou a intenção de deixar o Executivo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, o que abrirá espaço para a escolha de um novo chefe do Executivo estadual.

Em entrevista concedida a uma rádio 98 FM de Natal nesta terça-feira (13), José Dias foi enfático ao afastar a possibilidade de assumir o cargo. “Nunca me julguei competente para administrar o caos. E o que vão deixar para o RN é uma das coisas mais lamentáveis que se pode imaginar”, declarou.

Segundo o parlamentar, o próximo governador precisará reunir capacidade administrativa e habilidade política para enfrentar a grave crise enfrentada pelo Estado.…

A força de Kleber Rodrigues também será de Allyson Bezerra

O deputado estadual Kleber Rodrigues reuniu seus correligionários, e não foram poucos, na manhã de ontem (12) para dialogar e fazer anúncios importantes com foco nas eleições de 2026.

Durante o encontro, Kleber confirmou que deixará o PSDB para se filiar ao PP, partido presidido no Rio Grande do Norte pelo deputado federal João Maia, a quem se referiu como seu “líder político”. Segundo ele, a mudança de legenda também abre caminho para uma dobradinha eleitoral entre os dois.

O parlamentar anunciou ainda que apoiará o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, na disputa pelo Governo do Estado. Para o Senado Federal, Kleber afirmou já ter definidos seus dois votos: a governadora Fátima Bezerra e a senadora Zenaide Maia.

O apoio declarado de Kleber Rodrigues fortalece o projeto político de Allyson Bezerra, que passa a contar com um palanque consistente também na Região Agreste do Rio Grande do Norte.…

Lula acumula 15 trocas ministeriais no terceiro mandato; mais saídas são esperadas no primeiro semestre de 2026

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou 2026 com a 15ª troca ministerial do terceiro mandato, após a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Enquanto Lula não anuncia o novo titular da pasta, o secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assume interinamente o comando do ministério.

A próxima mudança deve ocorrer no Ministério da Igualdade Racial. A ministra Anielle Franco confirmou à CNN que pretende deixar o cargo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PT do Rio de Janeiro em 2026, com apoio de Lula. A data da transição ainda não foi definida.

Outra saída prevista é a do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que pretende deixar o cargo até fevereiro para atuar na campanha de Lula à reeleição. Ele já comunicou a intenção ao presidente.

Lula também avalia remanejar ministros que não disputarão as eleições por estarem em meio de mandato no Senado. Entre os cotados estão: Wellington Dias (Desenvolvimento Social), que pode ir para a Secretaria de Relações Institucionais no lugar de Gleisi Hoffmann. Camilo Santana (Educação), que pode assumir a Casa Civil, hoje ocupada por Rui Costa.

Gleisi e Rui Costa devem deixar os cargos para disputar vagas no Legislativo em 2026.

Veja as saídas de ministros no terceiro mandato de Lula:

  • Gonçalves Dias — demitido do Gabinete de Segurança Institucional (2023)
  • Daniela Carneiro — demitida do Ministério do Turismo (2023)
  • Ana Moser — demitida do Ministério do Esporte (2023)
  • Márcio França — realocado do Ministério de Portos e Aeroportos para o Empreendedorismo (2023)
  • Flávio Dino — deixou o Ministério da Justiça para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (2024)
  • Silvio Almeida — demitido do Ministério dos Direitos Humanos (2024)
  • Paulo Pimenta — demitido da Secretaria de Comunicação Social (2025)
  • Nísia Trindade — demitida do Ministério da Saúde (2025)
  • Alexandre Padilha — realocado da Secretaria de Relações Institucionais para o Ministério da Saúde (2025)
  • Juscelino Filho — demitido do Ministério das Comunicações (2025)
  • Cida Gonçalves — demitida do Ministério das Mulheres (2025)
  • Carlos Lupi — pediu demissão do Ministério do Trabalho (2025)
  • Márcio Macêdo — demitido da Secretaria-Geral da Presidência (2025)
  • Celso Sabino — demitido do Ministério do Turismo (2025)
  • Ricardo Lewandowski — pediu demissão do Ministério da Justiça (2026)

PT já tem nome de concenso para governo tampão: o deputado Francisco do PT

Com o afastamento da governadora Fátima Bezerra, que pretende disputar o Senado, e com a decisão do vice-governador Walter Alves de não assumir o governo, dentro do PT já existe um nome tratado como consenso.

Trata-se do deputado estadual Francisco, líder do governo na Assembleia Legislativa. 

Bem relacionado com todas as correntes políticas da Casa e com trânsito fácil entre governo e oposição, Francisco é visto como uma escolha segura para conduzir o Estado durante o mandato tampão.

O deputado já comunicou à direção do partido que aceita a missão, caso seu nome seja confirmado, reforçando a articulação interna do PT para evitar disputas e ruídos no processo de sucessão provisória.

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Nominata do PV para 2026 tem Thabatta Pimenta, Dr. Bernardo e Rafael Motta

Os partidos da base governista (PT, PV e PCdoB) seguem suas articulações visando as eleições de 2026. De acordo com a apuração do comentarista Saulo Spinelly, da 98 FM Natal, a nominata da federação Brasil da Esperança ao cargo de deputado federal tem Ivan Baron, Dr. Bernardo e Thabatta Pimenta, vereador de Natal, como possíveis nomes.

Ainda de acordo com Spinelly, a lista conta ainda com os nomes de:
Odon Júnior, ex-prefeito de Currais Novos
Samanda Alves, vereadora de Natal
Rafael Motta, ex-deputado federal
Fernando Mineiro, deputado federal
Natália Bonavides, deputada federal

O comentarista informou que as três vagas pertencentes ao PV seriam de Pimenta (atualmente filiada ao PSOL), Motta e Doutor Bernardo, tudo acordado e liderado pelo deputado estadual. A informação é do Blog do Pássaro

Dr Bernardo esteve próximo de confirmar sua ida ao MDB, mas a ida ao partido sofreu um entrave com a sinalização do presidente da legenda no Rio Grande do Norte, Walter Alves, em se candidatar ao cargo de deputado estadual e não assumir o governo em abril.

“Thabatta esteve em São Paulo, esteve em Brasília, conversando com a direção nacional porque o PSOL de fato não tem nenhuma nominata pra disputar que tenha viabilidade. Ela fala na bancada trans, e pra isso ela precisa de viabilidade que o PSOL e a rede não dá”, disse o comentarista.

O presidente do Partido Verde no Rio Grande do Norte, Rivaldo Fernandes, antecipou um avanço nas articulações com o deputado estadual Dr Bernardo. Em resposta à reportagem da 98 FM Natal em dezembro, ele afirmou que vê “com muita proximidade” a chegada do parlamentar na legenda.

“Nós temos conversado com o Dr. Bernardo, e estamos apenas aguardando que ele sinalize isso. O partido está aberto pra ele. Temos conversado, eu acho, pra ele. Poderá dar certo. Poderá dar certo. Eu vejo muita proximidade. Muita proximidade”, disse.

Segundo o presidente estadual da legenda, as articulações com Bernardo ocorrem há pelo menos três meses. O parlamentar, que já manifestou desejo em ser candidato a deputado federal, é visto como um nome competitivo para as eleições do ano que vem.

Por Blog do Pássaro

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Maioria do Senado exige prisão domiciliar para Bolsonaro e manda recado ao STF

O senador Wilder Morais (PL-GO) protocolou no STF um pedido para que Jair Bolsonaro cumprimente prisão domiciliar. O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e o documento já conta com o apoio de 41 dos 81 senadores. O pedido foi dirigido ao ministro Alexandre de Moraes.

Wilder argumenta que o ex-presidente enfrenta problemas de saúde, incluindo crises convulsivas e procedimentos médicos recentes, e que a custódia do Estado deve garantir a vida e a saúde do preso, conforme a Constituição e tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil.

Apesar do número expressivo de apoiadores, a decisão final é exclusiva de Moraes. Mas o volume de assinaturas não passa despercebido e pode ser lido como um recado político forte: grande parte do Senado mostra apoio ao líder do PL mesmo após sua detenção.

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Diretório Nacional prorroga mandato de Walter Alves na presidência do MDB-RN

A Direção Executiva Nacional do MDB decidiu prorrogar, até 15 de março de 2027, o mandato de Walter Alves à frente do partido no Rio Grande do Norte. Com a decisão, Walter seguirá presidindo o diretório estadual e terá a responsabilidade de conduzir o MDB potiguar na preparação e organização das Eleições de 2026.

A prorrogação do mandato já está valendo e reforça a confiança da direção nacional no trabalho que vem sendo desenvolvido no estado. Walter também faz parte da Executiva Nacional do partido e sob a liderança dele, o MDB no Rio Grande do Norte consolidou-se como o maior partido do RN, com o maior número de filiados, além de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Ao comentar a decisão, Walter Alves destacou o compromisso com o fortalecimento da legenda e com o futuro do MDB no estado. “Vamos continuar trabalhando para fortalecer o MDB, agora com a missão de preparar o partido para as Eleições deste ano. Agradeço a confiança da direção nacional e de todos que constroem o MDB no Rio Grande do Norte”, afirmou.…

Comissão decide arquivar processo de cassação contra vereadora Brisa Bracchi

A Comissão Processante da Câmara Municipal de Natal decidiu arquivar o processo que pedia a cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT), denunciada por suposto uso indevido de emenda parlamentar em um evento político-partidário no ano passado.

A decisão foi tomada em reunião virtual nesta quarta-feira (7). O relator, vereador Daniell Randall (Republicanos), votou contra o arquivamento solicitado pela defesa, mas foi vencido pela presidente da comissão, Samanda Alves (PT), que apresentou voto divergente, acompanhado por Tárcio de Eudiane (União).

Randall afirmou que a defesa alegou nulidades no processo, como irregularidades na convocação, na composição do plenário e na atuação de suplentes. Segundo ele, essas teses não se sustentavam e o caso reunia condições para seguir para a fase de instrução.

“A gente tem uma avaliação de que é ruim que a Casa tenha o mesmo objeto sendo tocado em duas instâncias, na comissão especial e na comissão de ética. Então, de acordo que foi colocado como provas pelo vereador denunciante, a gente avaliou, fez uma análise jurídica, inclusive, que é um caso para ser analisado pela comissão de ética”, considerou Samanda Alves, que era a presidente da comissão.…

Prefeito de Mossoró Allyson Bezerra deve renunciar em fevereiro para disputar o Governo do RN

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), deve renunciar ao cargo em fevereiro de 2026 para disputar o Governo do Rio Grande do Norte. A informação foi divulgada pela jornalista Anna Ruth Dantas, que aponta que a possibilidade de renúncia vem sendo avaliada pelo gestor desde o início do ano…

Inicialmente, a saída da Prefeitura chegou a ser cogitada para janeiro, mas o plano teria sido revisto. De acordo com fontes ouvidas, a tendência atual é que a decisão seja formalizada em fevereiro.

Até o momento, Allyson Bezerra não confirmou oficialmente a intenção de concorrer ao governo estadual nem se declarou pré-candidato ao pleito de 2026.

Caso a renúncia se concretize, o movimento representará uma antecipação do calendário político e sinalizará a entrada definitiva do prefeito na disputa eleitoral. Reeleito à frente da Prefeitura de Mossoró, segunda maior cidade do estado, Allyson é considerado um dos nomes mais competitivos do campo da oposição para a sucessão estadual.

A eventual saída do cargo permitiria ao gestor intensificar a articulação política em todo o Rio Grande do Norte, sem as limitações impostas pelo exercício da função executiva municipal, além de ampliar o diálogo para a formação de alianças visando a disputa majoritária de 2026.

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Sobrinho de Dilma sobre Nikolas: “Esse chupeta precisa ser cassado”

O vereador Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho-neto da ex-presidente Dilma Rousseff, partiu para o ataque contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) após declarações do parlamentar sobre uma possível intervenção estrangeira no Brasil. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (5), o petista classificou a postura de Nikolas como gravíssima e defendeu abertamente a cassação e prisão do deputado.

A reação ocorreu após Nikolas comentar, em entrevista, sobre o cenário internacional envolvendo os Estados Unidos e a Venezuela. Para Pedro Rousseff, o deputado do PL teria ido além do debate político ao sugerir ingerência externa no país. “Pedir intervenção militar estrangeira para tomar o poder é crime contra a soberania nacional”, escreveu o vereador, usando termos ofensivos para se referir ao parlamentar.

Desde a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, Nikolas intensificou publicações ligando o PT ao regime venezuelano. Uma das mais controversas foi uma montagem que simulava a prisão do presidente Lula por militares dos Estados Unidos, o que ampliou a repercussão negativa entre partidos de esquerda.

O episódio já chegou ao campo jurídico. O PSol acionou a Procuradoria-Geral da República contra Nikolas Ferreira, alegando que suas manifestações atentam contra a ordem democrática e a soberania nacional. O caso aprofunda a polarização política e adiciona um novo capítulo à disputa entre bolsonarismo e PT em pleno início de ano pré-eleitoral.

Por Metrópoles

Ano eleitoral encurta agenda e empurra projetos estratégicos do Congresso para 2026

O calendário eleitoral de 2026 deve reduzir significativamente o ritmo de votações no Congresso Nacional e adiar decisões sobre projetos considerados estratégicos para o país.

Os trabalhos legislativos começam em fevereiro, mas serão interrompidos já em julho, quando tem início o recesso informal para as campanhas eleitorais. As sessões plenárias só devem ser retomadas em outubro, após o primeiro turno.

Na área da segurança, ao menos duas iniciativas de grande impacto devem voltar à pauta na volta do recesso, em 2026.

PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), elaborada pelo Ministério da Justiça, pretende inserir na Constituição o Sistema Único de Segurança Pública e integrar forças federais, estaduais e municipais no combate ao crime organizado.

Apesar de já ter parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça, o texto sofreu alterações profundas na comissão especial. A resistência de governadores e líderes partidários levou ao adiamento da votação.

Outro projeto travado é o PL Antifacção (PL 5582/2025). A proposta, que busca endurecer o combate às organizações criminosas, virou alvo de disputa política entre Câmara e Senado. Enquanto deputados ampliaram o protagonismo dos Estados e aumentaram penas, senadores retomaram uma versão mais alinhada ao governo federal. A definição sobre qual texto prevalecerá ficou para o próximo ano.

Além da segurança, temas ligados às relações de trabalho também foram adiados. A PEC da Jornada 6×1 (PEC 8/2025) divide parlamentares. Na Câmara, o relatório propõe manter o modelo atual, com redução da carga semanal para 40 horas. No Senado, a CCJ já aprovou uma jornada 5×2, mas o texto ainda aguarda votação em plenário.

Outro tema sensível é a regulamentação do trabalho por aplicativo (PLP 152/2025). Após meses de audiências públicas, a comissão especial da Câmara apresentou um texto sem consenso entre trabalhadores, plataformas e parlamentares, o que levou ao adiamento da votação.

No campo institucional, também ficou para 2026 a sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo Tribunal Federal aberta em setembro. A avaliação do nome enfrentou resistência no Senado e a sabatina, inicialmente prevista para dezembro de 2025, acabou sendo cancelada — movimento que, nos bastidores, foi visto como uma estratégia para reduzir tensões políticas.

Já no âmbito investigativo, duas comissões parlamentares devem encerrar seus trabalhos ainda no primeiro semestre de 2026: a CPMI do INSS, que apura descontos indevidos em aposentadorias, e a CPI do Crime Organizado, no Senado, voltada à investigação e ao enfrentamento das facções criminosas.

Por Brasil 61

Lula prometeu ‘revogaço’ e transparência, mas governo já decretou mais de 3 mil sigilos

Durante a campanha de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu o que chamou de ‘revogaço’. Disse que iria rever decretos de sigilo do governo Jair Bolsonaro e que faria uma gestão transparente.

No entanto, entre 2023 e 2025, o governo Lula não só manteve como ampliou a aplicação de sigilos sobre informações públicas.

Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) e de relatórios independentes indicam a imposição de 3.287 sigilos no período, com restrições que incluem informações sobre viagens oficiais, gastos públicos e dados relacionados a empresários.

Em 2023, primeiro ano do atual mandato, foram registrados 1.339 pedidos de informação classificados com sigilo de até 100 anos. Em comparação, no último ano do governo Bolsonaro, em 2022, houve 1.332 registros do mesmo tipo.

Os levantamentos apontam ainda que 16% dos pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) foram negados na atual gestão.

Com informações da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder

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Pedro Filho fortalece alianças políticas em Natal

VÍDEO: Jornalista Salatiel de Souza reafirma compromisso com Pedro Filho para 2026

Pedro Filho segue avançando na construção de um projeto político baseado no diálogo, na união de forças e no compromisso com o progresso. Nesta semana, foi oficializada uma importante aliança com Salatiel de Souza, reforçando um trabalho conjunto voltado para atender às demandas da população e pensar soluções concretas para o RN.

A parceria com Salatiel se soma a alianças já consolidadas com lideranças de destaque no cenário político do Rio Grande do Norte, como o senador Rogério Marinho e o senador Styvenson Valentim. Juntos, o grupo compartilha a mesma visão de fortalecimento dos municípios, defesa de políticas públicas eficientes e atuação responsável na vida pública.

Para Pedro Filho, a união com essas lideranças representa mais do que acordos políticos: é a convergência de propósitos em favor do desenvolvimento regional, da melhoria da qualidade de vida das pessoas e da construção de um futuro com mais oportunidades para todos os potiguares

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Lula sanciona orçamento de 2026 com veto a aumento do Fundo Partidário e cortes em programas sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (1º) o Orçamento de 2026, com veto ao trecho que aumentaria o Fundo Partidário. A Lei Orçamentária Anual foi aprovada pelo Congresso em dezembro e prevê superávit de R$ 34,5 bilhões e R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.

O veto atinge a mudança no cálculo de correção do Fundo Partidário, que permitiria reajuste acima da inflação, seguindo as regras do arcabouço fiscal. O impacto estimado era de R$ 160 milhões. O governo justificou que o aumento contraria o interesse público e reduz recursos da Justiça Eleitoral, além de violar limites constitucionais de gastos.

Lula também vetou o pagamento dos “restos a pagar” de emendas parlamentares acumuladas entre 2019 e 2023. O texto sancionado mantém o aumento do Fundo Eleitoral para R$ 4,9 bilhões em 2026, valor superior ao R$ 1 bilhão inicialmente proposto pelo governo.

Cortes em programas sociais

O Orçamento traz ainda cortes em programas sociais. O Auxílio Gás perdeu cerca de R$ 300 milhões, o Pé-de-Meia teve redução de R$ 436 milhões e benefícios previdenciários sofreram corte de R$ 6,2 bilhões. Também houve redução no seguro-desemprego (R$ 391 milhões), no abono salarial (R$ 207 milhões) e em bolsas do ensino superior.…

Ministros de Lula entram em 2026 com mote ‘o último a sair apaga a luz’

Nos primeiros dias de 2026, ministros do governo Lula têm feito uma brincadeira sobre a chegada do ano eleitoral: dizem que “o último a sair apaga a luz”. Isso porque a maioria deles deixará o cargo até abril para disputar votos nas urnas.

Em outra frente, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, já avisou ao presidente Lula (PT) que deseja sair do cargo. A aposta é que o interruptor ficará, uma vez mais, com o ministro da Defesa, José Múcio, que também tenta abrir a porta de saída.

Lula tem planos para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tanto pode concorrer ao Senado por São Paulo como ao Palácio dos Bandeirantes. A titular da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, deve tentar a reeleição na Câmara.

Simone Tebet (MDB), do Planejamento, também deixará o posto. A intenção da ministra é concorrer novamente ao Senado, mas, desde que apoiou Lula, no segundo turno da campanha de 2022, perdeu votos em seu reduto no Mato Grosso do Sul, Estado conservador.

O chefe da Casa Civil, Rui Costa, é outro que sairá do governo: será candidato ao Senado pela Bahia. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, é incentivada pela primeira-dama Rosângela Silva a concorrer a deputada federal.

Mas não são só eles que estão de saída da Esplanada. A maioria dos ministros deixará os postos para disputar eleições.

Por Estadão