Morre Arlindo de Souza, conhecido como “Popeye Brasileiro”

Aos 55 anos, morreu o olindense Arlindo de Souza, conhecido como Popeye BrasileiroArlindo ficou conhecido nacionalmente após aparecer em programas de televisão com músculos avantajados dos braços, resultado da aplicação de óleo mineral. Com físico exagerado, ele passou a ser comparado ao famoso marinheiro de desenho animado.

A causa da morte de Arlindo não foi informada. 

Arlindo morava em Águas Compridas, bairro de Olinda, e morreu na madrugada de terça-feira (13), no Hospital Otávio de Freitas, em Tejipió, na zona oeste do Recife. Ele estava internado desde dezembro. O sepultamento de Arlindo foi marcado para a tarde desta quarta-feira (13), no Cemitério de Águas Compridas.

Pedreiro, Arlindo modificou o corpo com a aplicação de óleo mineral e álcool, prática condenada por médicos. O caso de Arlindo chamou atenção para o uso de anabolizantes e outras substâncias para aumentar a massa muscular. Entre outros problemas, o uso de esteroides é associado a sérios riscos para a saúde renal, como aumento da pressão arterial, danos celulares e até mesmo a morte.

O médico cardiologista e presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (AHOSP), Anis Mitri, alerta que o uso de hormônios anabolizantes, sintéticos ou não, traz inúmeros efeitos colaterais, principalmente quando usados em altas doses.

“Quando a pessoa usa o hormônio para fazer musculação, ela acaba sentindo que tem mais disposição, ela acaba sentindo que tem mais recuperação muscular mais fácil, ela consegue levantar mais peso. E isso acaba criando uma tendência da pessoa sempre querer usar. Só que o uso dele, tanto curto quanto prolongado, gera efeitos colaterais que você não consegue controlar”, disse à Agência Brasil.

Por Agência Brasil

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Relembre a carreira da Titina Medeiros; atriz faleceu neste domingo (11) em Natal

A atriz potiguar Titina Medeiros morreu neste domingo (11), em Natal, vítima de câncer. Ela construiu uma carreira marcada por destaque no teatro, na televisão e no cinema.

Nascida em Currais Novos e criada em Acari, no interior do Rio Grande do Norte, Izabel Cristina de Medeiros — a Titina — integrou grupos teatrais como Casa de Zoé e Candeia, onde também atuou como diretora.

Titina ganhou projeção nacional em 2012, ao interpretar Socorro, a “personal colega” da cantora Chayene, na novela Cheias de Charme. Foi sua estreia nas novelas.

Depois do sucesso em Cheias de Charme, ela participou de outras produções de destaque:

  • Geração Brasil (2014) – Marisa
  • A Lei do Amor (2016) – Ruty Raquel
  • Onde Nascem os Fortes (2018) – Bethânia
  • Mar do Sertão (2022) – Nivalda
  • No Rancho Fundo (2024) – retomou a personagem Nivalda em participação especial

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Morre a atriz potiguar Titina Medeiros, aos 48 anos

Morreu neste domingo (11), aos 48 anos, a atriz Titina Medeiros, que participou de novelas como Cheias de Charme (2012) e No Rancho Fundo (2024), na TV Globo. A atriz lutava contra um câncer no pâncreas. 

Izabel Cristina de Medeiros, a Titina, nasceu em Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte, mas foi criada na cidade vizinha, em Acari.

Além das atuações em novelas, séries e filmes, a atriz potiguar fazia parte ainda de grupos de teatro, como o Casa de Zoé, e o Candeia, no qual era diretora.

A atriz ficou nacionalmente conhecida com a personagem Socorro, a “personal colega” de Chayene, personagem de Cláudia Abreu, na novela Cheias de Charme, exibida em 2012. Esse foi o primeiro trabalho dela em novelas.…

Morre herdeiro da Refrigerantes Dore; Walter pode ter sido vítima de mal súbito

O empresário Walter Byron Dore Júnior partiu de forma súbita neste sábado (10), segundo o irmão Herbet Dore nas redes sociais:

“Infelizmente tenho de lhes comunicar essa triste notícia: faleceu hoje de forma súbita o meu irmão Walter Byron Dore Júnior, nos causando enorme comoção. Peço a Deus que o receba em seu lugar de paz e nos dê o conforto para aceitarmos e enfrentarmos esse momento tão doloroso”.

Walter Júnior é herdeiro da Dore Refrigerantes, uma das indústrias de bebidas mais tradicionais do Nordeste, fundada em 1911 pelo seu bisavô, o inglês Sidney Clement Dore. Reconhecida por seus sabores tradicionais, a empresa também detém a licença de marcas icônicas como a Grapette.

O nome da família Dore é tão relevante na indústria potiguar que a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) instituiu a Medalha do Mérito Industrial Walter Byron Dore, homenagem máxima da instituição, que leva o nome de seu pai e reconhece personalidades que se destacam pelo empreendedorismo e pela contribuição ao desenvolvimento industrial do estado.

Por Jair Samapaio

Jovem que morreu após entrar em jaula de leoa em João Pessoa é sepultado com presença de dois familiares

Gerson de Melo Machado, de 19 anos, tinha histórico de abandono, transtorno mental não tratado e acompanhamentos interrompidos; caso é investigado pelo Ministério Público da Paraíba

O corpo de Gerson de Melo Machado, 19 anos, foi sepultado nessa segunda-feira 1º no Cemitério do Cristo, em João Pessoa (PB), com a presença apenas da mãe, Maria da Penha Machado, e de uma prima. A mãe, que perdeu o poder familiar há mais de dez anos em razão de um quadro de esquizofrenia, precisou reconhecer o corpo no IML antes do enterro. O funeral ocorreu de forma rápida.

Gerson, conhecido como “Vaqueirinho”, foi afastado da família ainda na infância. A mãe perdeu a guarda de todos os filhos, e o nome dela chegou a ser retirado da certidão de nascimento dele para viabilizar uma possível adoção, que não aconteceu. Enquanto os irmãos foram adotados, ele permaneceu em instituições de acolhimento e era rejeitado devido a sintomas psiquiátricos.

A conselheira tutelar Verônica Oliveira relatou que ele fugia dos abrigos e buscava a mãe, também doente, acreditando que ela poderia recebê-lo. Aos 12 anos, foi encontrado sozinho à beira de uma rodovia após uma fuga. Avaliações da época indicavam comportamentos psicóticos, dificuldade de vínculo e desorganização. O diagnóstico formal de esquizofrenia veio mais tarde.

Sem tratamento contínuo, ele passou longos períodos nas ruas. Dormia em praças, pedia comida e buscava ser detido para ter abrigo. A prima Ícara Menezes afirmou que ele “tinha medo das pessoas darem nele” e via o presídio, onde conhecia o diretor, como local de proteção. Em diversas ocasiões, atirou pedras em viaturas para ser preso.

“Sempre procurou a mãe dele querendo amor, querendo carinho, querendo atenção. Ele nunca foi um menino para assaltar ninguém para usar droga. Ele sempre foi uma pessoa que tinha problemas psicológicos e os outros se aproveitavam”, disse Ícara ao G1.

Gerson também se envolveu em pequenos furtos motivados pela fome e, em momentos de delírio, demonstrava obsessão por animais. Ele entrou no trem de pouso de um avião tentando viajar clandestinamente para a África, onde dizia que seria domador de leões. Em outra situação, só aceitou ir para o acolhimento levando um cachorro encontrado na rua.

“Ele tinha falas desde muito pequeno de que ia para a África, para um safári, porque ele ia domar os leões”, relatou Verônica ao G1.

A Justiça registrou que ele não compreendia plenamente seus atos. Em um processo por dano ao patrimônio aos 18 anos, foi considerado inimputável e teve determinada internação em instituição de longa permanência, pois o tratamento ambulatorial foi considerado insuficiente.

O prontuário dele no Conselho Tutelar ultrapassa 200 páginas, com registros de tentativas de atendimento interrompidas por falta de estrutura e por sua instabilidade.

Dois dias antes de morrer, ele voltou ao Conselho Tutelar pedindo documentos para tirar carteira de trabalho, alternando momentos de lucidez e desorganização. Gerson morreu no domingo 30 após entrar no recinto dos leões no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa.

Segundo a prefeitura, ele escalou uma parede de mais de seis metros, passou pelas grades de segurança e usou uma árvore para acessar a área dos animais sem ser visto. Ao entrar no local, foi atacado pela leoa Leona. O laudo inicial indica mordidas no pescoço e choque hemorrágico.

Imagens registradas por visitantes mostram o momento em que ele acessa o espaço e sofre o ataque. A Polícia Militar e o Instituto de Polícia Científica foram acionados.

O parque foi fechado e não há previsão de reabertura. A prefeitura informou que abriu apuração sobre o episódio e que o local segue normas técnicas de segurança. O Ministério Público da Paraíba investiga a conduta dos órgãos municipais e do parque. A direção afirmou que a leoa não será sacrificada e segue sob cuidados.

A família relatou que o zoológico fazia parte das fantasias recorrentes do jovem. “A Bica fazia ele sonhar com a África. Era o leão mais próximo pra ele domar”, disse a prima Ícara.

por Agora RN

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Cantora Vanessa Rios, ex-vocalista das bandas Capim com Mel, Forró do Muído e Kitara, morre aos 42 anos no Recife

Morreu neste sábado (25), aos 42 anos, a cantora Vanessa Rios, conhecida por sua passagem pelas bandas Capim com MelForró do Muído e Kitara, importantes nomes do forró e do brega romântico nordestino. A informação foi confirmada neste domingo (26) pelo grupo Capim com Mel, nas redes sociais.

Segundo a banda, Vanessa estava internada no Hospital Santa Joana, localizado no bairro das Graças, Zona Norte do Recife, onde tratava um câncer pulmonar. Ela não resistiu às complicações da doença e faleceu na noite de sábado.

Nascida em Pernambuco, Vanessa Rios conquistou o público com sua voz marcante e interpretação emotiva. Ao longo da carreira, destacou-se no cenário do forró eletrônico e do brega romântico, deixando sua marca em sucessos que embalaram o público nordestino nas décadas de 2000 e 2010.

Nas redes sociais, fãs e colegas de profissão lamentaram a morte da artista e prestaram homenagens. “Vanessa foi uma voz inesquecível, um talento que marcou gerações”, publicou a banda Capim com Mel em nota.

Por g1PE

Morre a produtora cultural Candinha Bezerra, esposa do ex-senador Fernando Bezerra

A produtora cultural Cândida Maria de Araújo Bezerra, conhecida como Candinha Bezerra, faleceu na manhã desta segunda-feira (13), aos 81 anos. A família ainda não informou a causa da morte. Ela era esposa do ex-senador, ex-presidente da FIERN e da CNI, Fernando Bezerra. Informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas. A família comunicou que o velório acontecerá às 15h desta terça-feira (14) no cemitério Morada da Paz, em Emaús, seguido da missa às 17h e o posterior sepultamento.Play Video

Artista plástica, professora, fotógrafa, musicista e compositora, Candinha era uma das figuras mais ativas e reconhecidas na cena cultural do Rio Grande do Norte. Educação e cultura foram elementos que acompanharam Candinha Bezerra ao longo de toda sua vida.

Incentivadora das artes em todos os âmbitos, seu nome está atrelado a diversas instituições culturais do estado. Nascida em Natal, Candinha começou a estudar piano aos oito anos de idade, no começo da década de 50. Já era considerada uma virtuose do piano aos 16 anos, tocando em concertos no Teatro Alberto Maranhão.

Conheceu o futuro marido, Fernando Bezerra, então estudante de engenharia, em 1960. Casaram-se quatro anos depois. Candinha já era professora de piano, e quando a Escola de Música da UFRN foi fundada, passou a ensinar na instituição e tratou de se especializar com o Maestro Waldemar de Almeida. Fez concurso para monitora e depois foi aprovada em primeiro lugar no vestibular para professora universitária.

Na UFRN, fez curso de Educação Artística, pois desejava abrir uma janela para as artes em geral. Na década de 80, iniciou um trabalho de educação voluntária no bairro de Igapó, que deu origem à Orquestra de Igapó, em 1998. A paixão pela fotografia, até então um hobby caseiro, também ganhou ares profissionais na década de 90. O ensaio fotográfico com a romanceira Dona Militana alcançou sucesso nacional.

Candinha foi produtora dos CDs “Emboladas cocos”, “Cocos de Zambê”, “Repente potiguar”, e “Nação potiguar”, que recebeu o prêmio de “Melhor CD local” no II Prêmio Hangar, em 1999. O ensaio com Dona Militana também rendeu CD triplo “Cantares”, produzido por Candinha. Em 2007 lançou o livro “Coco de Zambê”, onde faz um mapeamento fotográfico de três grupos potiguares que mantém viva a tradição desse gênero do coco no Rio Grande do Norte.

por Tribuna do Norte

TRAIRÍ\RN: Vice-prefeita Riane Guedes, que assumirá Prefeitura de Jaçanã, externa agradecimentos e lamenta morte de Uady Farias

Com a morte do prefeito Uady Farias, na noite deste sábado (4), assumirá a prefeitura do município de Jaçanã (RN), a vice-prefeita Riane Guedes.

Assim como Uady, Riane também é filiada ao União Brasil.

Em suas redes sociais Riane externou agradecimentos ao seu companheiro de gestão.

“Hoje, Jaçanã perde não apenas um prefeito, mas um amigo, um líder e um ser humano admirável.

Com o coração em luto, me uno a toda a população para lamentar profundamente a partida de Uady Farias, um homem que dedicou sua vida a servir e transformar nossa cidade.

Foram muitas caminhadas, sonhos e planos compartilhados. Sou eternamente grata pela confiança que Uady sempre depositou em mim, pela parceria, pelo respeito e pelo compromisso que tivemos com Jaçanã.

Sua partida repentina nos deixa sem chão, mas também nos inspira a seguir firmes, honrando tudo o que ele acreditava: o amor por essa terra e o cuidado com as pessoas.

Peço a Deus que conforte os corações de todos os familiares, amigos e jaçanãenses.

Obrigada, Uady, por tudo. Sua luz e seu legado permanecerão vivos entre nós.

Riane Guedes

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TRAIRÍ/RN: Morre prefeito de Jaçanã, Uady Farias, após mal súbito

O prefeito de Jaçanã, Uady Farias, faleceu na noite deste sábado (04), após sofrer um mal súbito. A informação é do Blog Lucas Tavares.

Uady estava em um evento esportivo no campo de futebol da cidade, quando passou mal.

Ele foi socorrido pra a unidade de saúde do município e a equipe médica realizou inúmeras manobras de ressuscitação, mas ele não resistiu.

Uady Farias é a maior liderança política de Jaçanã e estava em seu quarto mandato como prefeito do município.

Uma liderança política respeitada em toda região Trairi, deixando órfãos inúmeros de familiares, eleitores e correligionários.

O velório terá início neste sábado (4), no Memorial Santa Beatriz (Capela 02), localizado na Rua Santo Cristo, 729, Pajuçara, Natal. 

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Morre aos 38 anos Wilson Carvalho, cinegrafista do Via Certa Natal, vítima de infarto

Profissional atuava no plantão da noite e foi homenageado pelo repórter Victor Águia, colega de equipe

O cinegrafista Wilson Carvalho, de 38 anos, que atuava no Via Certa Natal, morreu na madrugada desta quarta-feira 1º vítima de um infarto.

Wilson trabalhava no plantão da noite e foi lembrado pelo repórter Victor Águia, que publicou uma homenagem nas redes sociais.

“GRANDE HOMEM! Morreu nesta madrugada vítima de um infarto o meu companheiro de reportagens, o meu cinegrafista Wilson Carvalho. Trabalhou o plantão da noite comigo e parecia que o homem não queria encerrar o trabalho hoje, fomos até o final na brincadeira e no companheirismo de sempre. Wilson me ensinou muitas coisas, me ajudou nos momentos em que os amigos mais precisam. Finalizamos o plantão com um aperto de mão e um abraço, quando eu o deixei na porta de casa ele me disse ‘até amanhã meu águia’”, escreveu Victor.

Wilson atuava há anos na cobertura jornalística em Natal e era conhecido pelo trabalho em reportagens de rua.

O apresentador do Via Certa, Hudson Silvestre, publicou um comunicado sobre a morte do cinegrafista.

Confira:

por Agora RN

Morre Aluízio Alves Filho, aos 80 anos

Morreu neste sábado (27), aos 80 anos, Aluízio Alves Filho. “Aluizinho”, como era conhecido”, era filho do ex-governador e ex-ministro Aluízio Alves.

Aluizinho foi presidente do Sistema Tribuna de Comunicação, que reuniu o jornal Tribuna do Norte, a TV Cabugi e rádios, empresas fundadas por seu pai.

Aluizinho deixa o filho Aluízio Neto, a nora Clarissa, dois netos, e os irmãos Ana Catarina, Henrique Eduardo Alves – ex-deputado federal e ex-ministro do Turismo – e Henrique José.…

Parnamirim e João Câmara de Luto: Falece Dona Chiquinha, Matriarca Família Rodrigues, aos 97 Anos

Aos 97 anos, deixa um legado de família e empreendedorismo que dá nome a uma conhecida loja de moda feminina na região.

É com profundo pesar que os filhos de Francisca Cirino Rodrigues, popularmente conhecida como Dona Chiquinha, comunicam o falecimento de sua querida mãe na noite desta sexta-feira, 26 de setembro. Dona Chiquinha partiu aos 97 anos, deixando um legado de amor e uma grande família.

O falecimento é lamentado por todos os seus filhos: Iracildo Rodrigues, Dalva, Pedro, José, Aparecida, Gileno, Antonio, Otacílio e Socorro.

O corpo da saudosa Dona Chiquinha será velado na residência de sua filha, Aparecida, localizada em Parnamirim/ RN.

Horário do sepultamento:
Os familiares informam que o sepultamento será neste sábado (27), às 16h no cemitério de Parnamirim.

Um Legado que Vive no Empreendedorismo @donachiquinham não era apenas a matriarca de uma extensa e querida família; seu nome também se tornou uma marca de empreendedorismo na região. A Dona Chiquinha Moda Feminina, loja idealizada e administrada por suas netas Rouse Klébia e Rosilene “Rosinha”, homenageia a avó e leva seu nome com orgulho nas cidades de João Câmara e Parnamirim.

Laços com a Comunidade
O luto também atinge a comunidade de blogueiros locais. Dona Chiquinha era avó de Rosilene “Rosinha”, esposa do blogueiro Moisés Araújo, que, junto com toda a família, recebe o carinho e as condolências de amigos e leitores neste momento de dor.

A passagem de Dona Chiquinha deixa uma saudade imensurável, mas também a lembrança de uma longa vida dedicada à família, cujo nome continuará a ser uma referência de força e amor através de suas filhas, netas e bisnetas.

Por Moisés Araújo

Fundador do Grupo Morada, José Eduardo Vila, morre aos 75 anos

ngenheiro civil nascido em Natal deixa um legado de inovação, com a fundação do primeiro cemitério parque do Rio Grande do Norte

O Grupo Morada comunicou neste domingo 14 a morte de seu fundador e presidente, José Eduardo Vila, aos 75 anos. O velório será realizado no Morada da Paz, em Emaús, a partir das 12h. A missa está marcada para as 19h, seguida do sepultamento às 20h.

Nascido em Natal em 1950, o engenheiro civil foi o idealizador do Cemitério Morada da Paz, em Emaús, em 1993, o primeiro cemitério parque do Rio Grande do Norte. A iniciativa “transformou a forma como o luto passou a ser vivenciado no Estado”, segundo nota do Grupo Morada.

ob sua liderança, o Grupo Morada se expandiu para atuar no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba, reunindo as marcas Morada da Paz, Morada da Paz Essencial e Morada da Paz Pet. A organização também conquistou o Pursuit of Excellence Award da National Funeral Directors Association (NFDA) por nove anos consecutivos, além de três edições do Prêmio Qualidade e Excelência da Acembra/Sincep.

Formado pela UFRN, José Eduardo Vila iniciou sua carreira no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), onde contribuiu para projetos de infraestrutura no Brasil. O empresário era “firme defensor da cultura potiguar”, apoiando projetos que preservavam a identidade e a memória do estado.

José Eduardo Vila deixa a esposa, quatro filhos e sete netos. A nota de pesar do Grupo Morada afirma que a empresa “seguirá honrando sua memória em cada decisão, gesto e cuidado”.…

Morre o Brigadeiro Carlos Eduardo, ex-comandante da Base Aérea de Natal e ex-presidente da CODERN

O Brigadeiro Carlos Eduardo da Costa Almeida, ex-comandante da Base Aérea de Natal (BANT) e ex-presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), faleceu nesta sexta-feira (5), aos 64 anos.

Em nota, a BANT destacou a trajetória do militar, classificado como exemplo de dedicação à Força Aérea Brasileira (FAB), reconhecido pelo profissionalismo, liderança e compromisso com a missão de servir ao país. À frente da unidade, deixou contribuições relevantes para a organização e marcou sua gestão pela humanidade e amor ao servir.

A CODERN também manifestou pesar pela morte do Brigadeiro e ressaltou sua dedicação, ética e compromisso com o serviço público durante o período em que presidiu a estatal, de março de 2022 a fevereiro de 2023.

O velório será realizado neste sábado (6), no Morada da Paz, em Emaús, a partir das 14h. Às 18h30 haverá missa, seguida por cerimônia de honras militares às 20h e cremação às 22h.

por Tribuna do Norte

Morre o jornalista e colunista José Roberto Guzzo, aos 82 anos

O jornalista e colunista do Estadão José Roberto Guzzo morreu na manhã deste sábado, 2, aos 82 anos. Guzzo foi vítima de um infarto. Segundo a família, ele já sofria de problemas crônicos coronários, pulmonares e dos rins.

Guzzo era colunista do Estadão desde junho de 2021 e fundador da revista Oeste.

“Estou muito triste porque hoje morreu senão o maior e melhor jornalista de todos os tempos, um dos maiores e melhores jornalistas que o Brasil já teve”, disse Roberto Guzzo, filho dele.

Carreira

Guzzo iniciou sua carreira como repórter do jornal Última Hora de São Paulo, em 1961. Cinco anos depois, foi trabalhar no Jornal da Tarde, que acabara de ser lançado pelo Grupo Estado, do qual foi correspondente em Paris.

Foi na Editora Abril, porém, que Guzzo trabalhou a maior parte da carreira. Em 1968, fez parte da equipe fundadora da Veja, como editor de Internacional, e depois foi correspondente em Nova York. Cobriu a guerra do Vietnã e acompanhou a visita pioneira do então presidente americano, Richard Nixon, à China, em 1972. Foi o único jornalista brasileiro presente ao encontro de Nixon com o líder chinês Mao Tsé-tung.

Em 1976, aos 32 anos, Guzzo assumiu a direção da Veja, que ocupou até 1991. Neste período, a publicação saiu do vermelho e sua circulação passou de 175 mil exemplares para quase 1 milhão, o que a levou ao quarto lugar no ranking das maiores revistas semanais de informação do mundo, atrás apenas das americanas Time e Newsweek e da alemã Der Spiegel. Por sua habilidade de transformar um texto enfadonho em algo agradável de ler apenas com retoques pontuais, ganhou o apelido de “mão peluda” na redação.

Em 1988, passou a acumular a direção da Veja com o cargo de diretor-geral da Exame, encarregado de reinventar a revista. Deixou a Veja em 1991, encerrando um ciclo na revista. Depois de um ano sabático, voltou à ativa, dedicando-se exclusivamente à Exame, primeiro como diretor editorial e depois como publisher. Nos 11 anos em que esteve à frente da revista, transformou-a na publicação mais rentável, em termos relativos, da Abril.

por Estadão Conteúdo