“Acredito que ela irá cumprir o restante do seu mandato”, disse prefeito de Mossoró
Pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de outubro, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), afirmou que não acredita na realização de uma eleição indireta na Assembleia Legislativa do RN. Segundo ele, Fátima Bezerra deverá ficar até o fim do mandato.
“Eu não acredito que ela irá renunciar ao cargo. Acredito que ela irá cumprir o restante do seu mandato. Eu não acredito que terá essa eleição indireta para um mandato tampão na Assembleia Legislativa”, declarou, em entrevista ao programa Mais Política, da rádio Difusora, nesta terça-feira 3.
Allyson acrescentou que o tema da eleição indireta “não está na pauta” das conversas que ele vem mantendo sobre o pleito eleitoral. “Nós estamos muito preocupados de apresentar um programa de futuro para o Rio Grande do Norte”, enfatizou.
Ele falou, no entanto, que, se as renúncias de Fátima e Walter forem confirmadas, seu grupo político vai discutir um encaminhamento sobre o tema.
Na entrevista, Allyson aproveitou para fazer duras críticas à gestão de Fátima Bezerra.
“Infelizmente, neste ano ainda, o Estado vive o oitavo ano de uma gestão muito dura para o Rio Grande do Norte. Quem diz isso? O povo nas ruas. É a avaliação da população no dia a dia, quando avalia a gestão estadual com praticamente 70% de rejeição. Então, eu acho que é importante a gente escutar o que está vindo das ruas”, acrescentou o prefeito.
Ele acrescentou: “O povo gostaria de ter um Estado que entregasse mais, melhorias. Então, isso aí não está acontecendo.
O prefeito voltou, ainda, a dizer que seu nome está à disposição para concorrer ao governo nas eleições regulares de outubro caso seja o desejo do grupo que ele integra. Ele declarou, porém, que a candidatura deverá ser precedida de um debate sobre o futuro do Estado.
“Vamos discutir um plano de ações, de ideias, de projetos reais para o RN. A população não quer mais discutir aquelas propostas mirabolantes, sabe? Aquelas propostas que são inexequíveis, que são impossíveis de serem feitas”, finalizou.
por Agora RN



