Atração Dinosaur também foi aposentada para dar lugar à construção do espaço Tropical Americas, prevista para 2027 com atrativos de “Encanto” e “Indiana Jones”
Após 28 anos, o Walt Disney World Resort, em Orlando, na Flórida, aposentou uma das áreas temáticas do Animal Kingdom. A DinoLand USA teve as atividades encerradas oficialmente na segunda-feira (2) e será transformada em uma nova área chamada Tropical Americas, com inauguração prevista para 2027.
Segundo informações do resort, os visitantes poderão explorar o coração das Américas Tropicais com atrativos inspirados nas paisagens, culturas e vida selvagem da América Central e América do Sul.
A área de mais de 44 mil metros quadrados contará com duas atrações principais: uma baseada na animação “Encanto”, e outra inspirada na franquia “Indiana Jones”, em que os visitantes embarcarão em uma aventura por um templo maia.
A área Tropical Americas ainda abrigará um carrossel, uma grande fonte e um dos maiores restaurantes de serviço rápido do Walt Disney World Resort.
Adeus ao Dinosaur

Uma das atrações mais emblemáticas do Disney’s Animal Kingdom era o Dinosaur, inaugurado junto ao parque em 1998 na área DinoLand USA. A atração também foi encerrada nesta segunda-feira (2), com o dia 1º de fevereiro marcando o último dia de operação. Relatos nas redes sociais mostraram que o adeus à atração levou entusiastas a esperar mais de quatro horas na fila.
Dinosaur levava visitantes a uma jornada através do tempo. Os aventureiros eram transportados em ambientes escuros a bordo de um veículo adaptado que percorria cenas pré-históricas cheias de animatrônicos de dinossauros, com direito a curvas fechadas e manobras repentinas.
Investimentos bilionários
A novidade faz parte do ciclo de investimentos de aproximadamente US$ 60 bilhões (cerca de R$ 313 bilhões) anunciados em 2024 para toda a divisão de experiências da Disney. Josh D’Amaro, o então chairman da Disney Experiences, anunciou projetos de expansões nos parques, novos shows, paradas, restaurantes e a ampliação da frota de navios na linha de cruzeiros até 2031.
“Acho que as pessoas não têm ideia do quão agressivos vamos ser do ponto de vista de investimentos”, frisou o profissional em entrevista durante o evento D23 no Brasil.
por CNN



