ELEIÇÕES 2026: Janela partidária para deputados federais, estaduais e distritais termina nesta sexta-feira (3)

A janela partidária se encerra nesta sexta-feira (3) e representa a última data para deputados federais, estaduais e distritais mudarem de partido sem risco de perder o mandato.

Aberto em 5 de março, o período de 30 dias ocorre em anos eleitorais e permite a migração de parlamentares eleitos pelo sistema proporcional. O objetivo é reorganizar as forças políticas antes das eleições de 2026, marcadas para outubro.

Neste ano, a regra não se aplica aos vereadores, já que foram eleitos em 2024 e não estão em fim de mandato.

Já ocupantes de cargos majoritários — como presidente da República, governadores e senadores — podem trocar de partido a qualquer momento, sem necessidade de justificativa.

Para cargos proporcionais, a lógica é diferente: o mandato pertence ao partido, não ao eleito. Por isso, fora da janela, a troca só é permitida com “justa causa”. Durante o período, porém, a mudança é automaticamente considerada válida pela Justiça Eleitoral.

Eleições 2026

Nas eleições gerais de 2026, mais de 150 milhões de brasileiros irão às urnas no dia 4 de outubro para escolher seis cargos. Diferentemente de 2022, haverá votação para duas vagas ao Senado.

A ordem de votação será:

  • deputado federal
  • deputado estadual ou distrital
  • senador (primeira vaga)
  • senador (segunda vaga)
  • governador e vice-governador
  • presidente e vice-presidente da República

Com o fim da janela, o cenário partidário começa a se consolidar para a disputa eleitoral do próximo ano.

Número de mortos com guerra no Oriente Médio pode passar de 5 mil

O número de mortos na guerra de EUA e Israel contra o Irã pode passar de 5 mil, segundo dados compilados pela agência de notícias Reuters no dia 2 de abril. As vítimas estão espalhadas por mais de dez países, a maior parte delas no Irã e no Líbano.

O conflito também já provocou o deslocamento de mais de 4 milhões de pessoas, especialmente no Irã e no Líbano.

Veja abaixo os territórios que registraram mortes desde o início da guerra.

Irã

O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos EUA, informou que 3.527 pessoas foram mortas desde o início da guerra. Segundo o grupo, 1.606 eram civis, incluindo pelo menos 244 crianças. Os dados foram divulgados pela agência Reuters no dia 2 de abril.

A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho disse na sexta-feira (27) que pelo menos 1.900 pessoas foram mortas e 20.000 ficaram feridas no Irã nos ataques dos EUA e de Israel até agora.

Não está claro se esses números incluem pelo menos 104 pessoas que, segundo os militares iranianos, morreram em um ataque dos EUA a um navio de guerra iraniano ao largo do Sri Lanka em 4 de março.

Além disso um relatório da HRANA, em parceria com o Centro para Civis em Conflito (CIVIC) e a Airwars, organização britânica focada em investigação e transparência, a guerra danificou 60 hospitais ou centros médicos, 44 escolas e 129 edifícios residenciais. Estimativas do governo iraniano indicam que mais de 16 mil casas foram afetadas.

Além disso, desde o início da guerra, 3,2 milhões de pessoas foram deslocadas no país, segundo a ONU.

Escola bombardeada

Um dos ataques que mais marcaram a guerra foi o bombardeio na escola Shajareh Tayyebeh, em Minab, no sul iraniano, em 28 de fevereiro, no primeiro dia do conflito.

Segundo a rede humanitária Crescente Vermelho iraniano, 175 pessoas morreram. O embaixador do Irã na ONU, em Genebra, afirmou que 150 das vítimas eram crianças.

A mídia estatal iraniana publicou uma lista com 56 nomes e fotos das vítimas. Segundo a BBC, 48 eram crianças que tinham entre 6 e 11 anos.

Por g1

PL e PSDB lideram crescimento na Câmara dos Deputados em janela partidária; veja movimentações por partido

Às vésperas do fim da janela partidária, o PL foi o partido que mais cresceu na Câmara dos Deputados. A legenda ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O PSDB aparece como o segundo partido que mais cresceu

Já o União Brasil registrou a maior perda. Para reagir, a sigla aposta em uma federação com o PP.

No total, cerca de 60 deputados federais já trocaram de partido durante o período, segundo levantamento feito pela CNN Brasil com base em dados da Câmara, anúncios públicos e comunicados partidários.

A janela partidária começou em 5 de março e termina nesta sexta-feira (3), permitindo a troca de legenda sem perda de mandato para cargos proporcionais, como deputados.

Confira abaixo as movimentações por partido na Câmara dos Deputados na janela partidária

  • PL: 4 saídas e 17 adesões
  • PSDB: 3 saídas e 9 adesões
  • Missão: 1 adesão
  • PCdoB: 1 adesão
  • Podemos: 2 saídas e 3 adesões
  • PP: 1 saída e 2 adesões
  • PSD: 5 saídas e 6 adesões
  • PSOL: 1 adesão
  • PV: 1 adesão
  • PSB: 4 saídas e 4 adesões
  • Rede: 1 saída e 1 adesão
  • Republicanos: 6 saídas e 6 adesões
  • Solidariedade: 1 saída e 1 adesão
  • MDB: 5 saídas e 4 adesões
  • PRD: 3 saídas e 1 adesão
  • Avante: 3 saídas
  • PDT: 4 saídas
  • União Brasil: 18 saídas e 2 adesões

Por CNN Brasil

PUBLICIDADE